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Franqueador e franqueado: entenda essa relação de negócios

Sumário

O modelo de franquias já é bastante conhecido no mercado brasileiro, bem como as principais partes do negócio. Por isso, trazemos aqui um pouco mais sobre a relação do papel dos franqueadores e dos franqueados.

Os resultados do mercado de franchising tem atraído os empreendedores. Isso porque, uma pesquisa da Associação Brasileira de Franchising (ABF), realizada em 2022, mostrou que o setor de franquias faturou cerca de R$ 211, 4 bilhões. Logo, pode ser um segmento interessante para quem quer empreender e lucrar.

As grandes marcas de franquias já estão no imaginário dos consumidores, mas o franchising se faz também com marcas menores.

Logo, algumas delas, que trabalham com modelos Home Office, têm centenas de franqueados mesmo não sendo tão conhecidas do grande público. Mesmo sabendo muita coisa sobre este modelo de negócio, alguns detalhes ainda não estão claros para muita gente. Continue a leitura!

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Quem é o franqueador no franchising?

O franqueador é uma empresa que sistematiza o seu modo de produção de maneira a possibilitar que outras pessoas possam comprar uma unidade da marca e replicar seu trabalho.

Da mesma forma, apresenta um modelo de negócio já testado, aprovado, e transfere aos parceiros o conhecimento prévio da empresa. Mas antes de se tornar um franqueador, a marca precisa se organizar de uma maneira que possa comercializar por meio da franquia.

Sendo assim, enxuga gastos, adapta processos e produtos para gerar um negócio para replicar em unidades longe da sede.

O papel do franqueador é apresentar um modelo de negócio e repassar aos interessados, por meio do contrato de franquia, o know-how envolvido nos produtos ou serviços. Com isso, cada unidade será capaz de fornecer a mesma coisa aos clientes.

Então, cabe à empresa fazer o marketing da marca, orientar os franqueados na melhor gestão do negócio. Essa é uma atuação importante para que a nova unidade possa levar o nome da marca e oferecer a mesma qualidade.

Ainda, a franqueadora tem a responsabilidade de repassar suportes técnicos para cada unidade. Isso acontece, pois é a empresa que tem maior facilidade para resolver problemas, por conta da experiência.

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Igualmente, cabe ao franqueador ser claro com os empreendedores, apresentar informações verdadeiras sobre a possível rentabilidade do negócio. Não menos importante é que a franqueadora deve sempre buscar atualizar seus processos e produtos.

A inovação é um dos pilares do modelo de franchising, seja para melhorar ou baratear produtos e serviços. Enfim, a relação entre as partes no negócio de franquia deve se pautar pela clareza e ajuda mútua, pois é interesse para todos que a marca se fortaleça.

Quem é o franqueado no sistema de franquias?

O franqueado é a parte da relação de franchising que investe em uma unidade de uma marca para ser dono do seu próprio negócio. A unidade é uma empresa separada da franqueadora, com CNPJ próprio e tudo mais, mas que oferece produtos e serviços da marca da empresa mãe.

O franqueado responsabiliza-se pela gestão do negócio no dia a dia da sua unidade, bem como contratar funcionários, conseguir licenças etc.

Por outro lado, o franqueador deve oferecer uma série de suportes ao franqueado, como disponibilizar um sistema interno como um portal do franqueado e treinamentos. Ainda, a empresa pode auxiliar na escolha do ponto comercial.

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A franqueadora também pode dar algum auxílio para que a unidade consiga as licenças e alvarás. Todos os suportes da marca devem vir bem explicados na Circular de Oferta de Franquia (COF).

Da mesma forma, o franqueado tem responsabilidades para com a franqueadora, como seguir os manuais de operação à risca. Ainda, cada unidade deve pagar taxas, como fundo de propaganda e royalties.

Logo, a franqueadora deve oferecer materiais para o marketing das unidades. Porém,  o trabalho de propaganda relativo a cada unidade cabe ao franqueado executar. Enquadra-se também ao franqueado observar alguns aspectos intangíveis do negócio que podem auxiliar no desenvolvimento do negócio.

Assim, é possível que exista algum aspecto específico de sua clientela, por causa da região, e ele precisa saber se adaptar. Alguns públicos podem ser mais abertos e receptivos, enquanto outros são atraídos por promoções.

Portanto, são padrões que cabem ao franqueado ficar atento para melhor atender o seu público, e é algo que só se descobre com a prática do dia a dia. A seguir, confira os passos para se tornar um franqueador de sucesso.

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5 passos para se tornar um franqueador de sucesso

A empresa que começa a pensar em se transformar em franqueadora deve passar por um processo de formatação de franquia. Este procedimento leva em consideração uma série de análises que devem ser feitas para ver a viabilidade de transformar a marca em uma rede.

Esse é, inclusive, um dos pontos abordados no curso Guia Para Iniciantes. São aulas que você pode acessar clicando aqui, assistir online e entender em detalhes como investir em uma franquia. Sem prejuízo e sem o risco de escolher uma marca ruim.

São diversos pontos para análise da empresa antes de se tornar uma franqueadora. Aqui, trazemos cinco etapas importantes para fazer esta transformação. Confira!

1. Análise de franqueabilidade

Nem todo negócio é passível de se transformar em uma franquia. Alguns tipos têm peculiaridades que não são rentáveis em forma de unidades franqueadas.

Sendo assim, antes de se tornar um franqueador, você precisa fazer uma análise do modo de produção da sua empresa. Assim, é necessário responder algumas perguntas. Por exemplo, o negócio será rentável se produzido fora dos muros da empresa?

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Assim, o modo de produção, seja de produtos ou serviços, deve ser atrativo para novos investidores. E para isso, a maneira de executar o trabalho deve ser a mais simples  e com possibilidade de replicação.

Do mesmo modo, a análise da franqueabilidade deve responder se os produtos ou serviços da marca têm um atrativo junto aos novos públicos. Com isso, a marca deve ser comercializável para diferentes regiões e clientes.

Não basta a empresa fazer sucesso em uma cidade ou estado, se não tem potencial atrativo para pessoas de outros estados ou regiões. Se for assim, se torna pouco chamativa para investidores e clientes.

2. Análise financeira do negócio

Depois de analisar se é possível ou não franquear o seu negócio, a empresa deve entender também os aspectos financeiros que envolvem a formatação de franquia.

O franqueador deve colocar na ponta do lápis o seu plano de negócio e entender os custos e os lucros que podem vir da operação. Dessa forma, analisar se o modo de produção, ao ser replicado, ainda tem um custo razoável e pode proporcionar lucro para franqueador e franqueado.

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Da mesma maneira, os custos que envolvem o marketing, as compras de equipamentos necessários para atender as demandas das unidades. Tudo isso, a empresa deve ter em caixa para oferecer um modelo de negócio sólido.

Ainda, no início da franquia, a empresa deve investir em unidades para que ela mesma seja uma franqueada também. E assim, atrair os olhares dos investidores em potencial.

Então, se alguma unidade estiver patinando, sem dar retorno, o franqueador pode optar por tentar comprar novamente a franquia. Portanto, melhorar o desempenho, para que esta unidade fraca não manche a reputação da marca.

Tudo isso e os diversos outros aspectos devem ser levados em conta, como capacidade de investimento em inovação e cortes de custos. Por fim, oferecer uma operação mais enxuta e barata.

3. Definição de processos

Como uma base financeira sólida, a empresa que deseja se transformar em franquia deve formatar seus processos. Esta etapa do trabalho permite fazer com que a marca possa replicar seu modo de produção.

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A empresa precisa rever as etapas que sejam mais complicadas ou onerosas, para adequar ao modelo de franquia. Da mesma forma, processos que exijam maior treinamento podem ser readequados ou então, podem ser repassados aos franqueados por meio de treinamentos.

Mas além deste trabalho interno, a definição dos processos também passa por uma proteção jurídica para produtos e serviços exclusivos. Por meio de proteção intelectual a franqueadora pode proteger o seu know-how.

Sendo assim, a empresa pode fazer algumas adaptações. Por exemplo, optar por manter algumas etapas de produção concentradas na sede. E por outro lado, deixar a cargo das unidades outras partes do processo.

Isso pode ser bom para evitar custos excessivos para as unidades e tornar o negócio rentável e mais atrativo para os novos franqueados.

4. Plano de marketing para expansão

Após se fortalecer internamente e organizar-se em sua estrutura, a empresa agora precisa vender a sua marca. Só que esta venda é diferente, agora busca pessoas que acreditem no seu modelo de negócio, não consumidores comuns.

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Estes empreendedores são os que farão a marca expandir, se convencendo de abrir uma unidade da franquia em diversos lugares. Dessa maneira, aplicar a área de atuação do franqueador.

O marketing de expansão deve ser bem orientado, e caso a empresa não conte com um departamento estruturado para isso, pode recorrer às empresas especializadas.

Atualmente a propaganda dos negócios é feita de maneira mais eficiente e direcionada, buscando o cliente no canal de informação mais direto. Seja pela internet, em feiras de franquias, sites especializados ou mídias sociais, o importante é fazer este marketing bem feito.

Por fim, precisa direcionar para seus clientes, para eles entenderem o processo e que agora, mesmo como franquia, ainda oferece tudo que sempre ofereceu, e até mais. Então, o marketing para atrair empreendedores que buscam negócios atrativos, rentáveis e de fácil execução.

5. Contrate uma consultoria

Mesmo que você já seja experiente no seu ramo de atuação e conheça o sistema de franchising, este processo de formatação pode ser complexo. Dessa forma, os passos anteriores podem ser mais simples se você contratar uma consultoria especializada.

Por exemplo, com a Formatação de Franquia, serviço prestado pela Encontre Sua Franquia, holding com cerca de 13 anos de experiência, você pode transformar sua marca em uma rede de sucesso, expandindo para diversas unidades.

A consultoria oferecida auxilia em todas as etapas do processo. Logo, inicia com um diagnóstico profundo da sua empresa e identifica pontos a serem trabalhados. Em seguida, define um modelo de negócio replicável e lucrativo.

Desse modo, você pode receber orientações sobre os cuidados na elaboração de documentos legais, como: manuais, COF e contratos. Assim, simplifica a expansão do seu negócio. Então, conte com essa solução para lhe ajudar!

Ao longo do texto, você aprendeu sobre a relação de negócios entre franqueador e franqueado. Ainda, pôde conhecer o papel de cada um e entender os passos para se tornar franqueador. Agora que está por dentro do assunto, empreenda e ganhe dinheiro.

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