O que considerar na hora de escolher um sócio: 7 dicas que vão te ajudar

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Imagem de duas empresárias sentadas em uma mesa de escritório. Imagem ilustrativa do texto o que considerar na hora de escolher um sócio.
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Para atuar em um negócio com um parceiro ou parceira é preciso saber o que considerar na hora de escolher um sócio. Então, se você está pensando em investir nessa ideia, o primeiro passo é ver as dicas que trouxemos aqui.

Ter um sócio pode ser uma boa opção para quem tem o sonho de empreender. Segundo levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em 2020, 50 milhões de brasileiros querem abrir um negócio nos próximos três anos.

Mas nem sempre é fácil colocar esse sonho em prática, seja por falta de dinheiro ou de tempo para se dedicar. Assim, entra em cena a figura de um sócio e a escolha deste parceiro é fundamental, como mostraremos.

Veja o que considerar na hora de escolher um sócio

Escolher um sócio pode ser um processo simples se o empreendedor estiver ciente do que precisa para esta parceria dar certo.

Porém, é fundamental levar em consideração alguns aspectos que os sócios precisam estar de acordo para uma boa convivência no dia a dia.

Desse modo, trazemos aqui alguns desses aspectos sobre o que considerar na hora de escolher um sócio. Confira!

1. Sinergia de objetivos

Um primeiro passo para que uma parceria entre sócios possa dar certo é a sinergia de objetivos, ou seja, ambos caminharem para um resultado comum.

Nesse sentido, os sócios precisam conversar e entender se estão com as mesmas ideias para o negócio, com objetivos que coincidam.

Por exemplo, um sócio que está desempregado precisa de um retorno mais rápido, e tem maior necessidade de sucesso. Mas se o outro sócio tiver uma vida equilibrada, um emprego em tempo integral, pode não ter os mesmos objetivos.

Além disso, eles devem se alinhar com relação ao que querem no longo prazo. Isso porque, cada sócio deve vislumbrar onde quer chegar e analisar se ambos buscam a mesma coisa.

Imagem de dois homens se cumprimentando em uma sala de escritório. Imagem ilustrativa do texto o que considerar na hora de escolher um sócio.
Os sócios devem estar em busca de um mesmo objetivo.

2. Características que se complementam

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Uma sociedade pode ser mais atrativa se os sócios tiverem características e habilidades que se complementem. O que um não tem tanta afinidade para fazer, o outro compensa, e vice-versa.

Para empreender são necessárias diversas qualidades para que o negócio seja bem sucedido. Porém, nem sempre o empreendedor possui todas elas.

Nesse sentido, cada sócio pode contribuir com algo que o outro não tem, como capacidade comunicativa, de gestão, habilidades técnicas ou de marketing,

Dessa forma, os sócios no empreendimento necessitam se conhecer um pouco, é mais arriscado realizar esta parceria com alguém que você não conheça tão bem.

Por fim, é necessário que cada sócio se autoavalie e veja como poderá contribuir com o negócio e o que terá de buscar no outro sócio.

3. Liderança e proatividade do sócio

Um bom líder sabe conquistar o respeito da equipe e um bom empreendedor sabe identificar oportunidades e transformá-las em uma organização lucrativa.

Nesse sentido, o líder é aquele que tem a capacidade de administrar pessoas e equipes de personalidades diferentes e gerenciá-las, mobilizando-as para objetivos comuns.

Em uma sociedade, ambos os sócios precisam saber lidar bem com a equipe. Isso porque, se apenas um sócio é responsável por esta gestão, o outro perde o moral ao longo do tempo.

A liderança e a proatividade são características que devem ser consideradas na hora de escolher um sócio para que a gestão do negócio possa ser repartida e não ficar apenas nas costas de uma só pessoa.

Essas duas qualidades são inerentes a empreendedores, sejam eles em sociedade ou atuando sozinhos. É algo que precisa ser pensado entre as séries de critérios para escolher o sócio ideal.

4. Boa convivência

Essa dica é importante e quase que natural para uma parceria entre sócios, que é a boa convivência. A sociedade não pode começar com os parceiros tendo desentendimentos, pois isso tende a piorar com o tempo.

Imagem de várias pessoas empilhando as mãos em sinal de união, em uma sala de escritório. Imagem ilustrativa do texto o que considerar na hora de escolher um sócio.
O relacionamento dos sócios deve ser bom para que a parceria possa se desenvolver.

Um bom relacionamento nos negócios é cada vez mais necessário tendo em vista o stress pelo qual passam os empreendedores.

Quando os sócios também são parceiros, possuem um bom diálogo, o progresso do negócio é mais fácil, o relacionamento e troca de ideias é mais eficiente ao longo do tempo.

Logo, esse aspecto humano do empreendimento não pode ser ignorado, porque o sucesso do negócio é fruto de bons relacionamentos internos da empresa para que o trabalho flua de forma positiva.

5. Capacidade de tomar decisões

Um aspecto a levar em consideração para a escolha de um sócio é um empreendedor que não tenha medo de tomar decisões e saiba fazer isso.

A tomada de decisão é um dos comportamentos que compõem as características do empreendedor. E esta característica é fundamental para ampliar seus esforços dentro da percepção do negócio, mercado e competitividade.

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Para que a sociedade dê certo é preciso que ambos estejam preparados para tomar decisões e que tenham um pensamento parecido neste sentido.

Isso é importante para evitar ordens desencontradas para os colaboradores ou desequilíbrio entre as ideias de um em relação à do outro.

Nesse sentido, é essencial procurar um sócio que tenha um certo conhecimento que possa agregar ao negócio. Assim, ele terá subsídios para tomar as decisões de forma mais sólida.

Os empreendedores tomam decisões criando algumas regras, mecanismos e técnicas bem pessoais de pensamento e de comportamento para facilitar e acelerar o processo de tomada de decisão.

Por isso, é preciso que os sócios tenham objetivos em comum, claros e uma boa comunicação para que esta tomada de decisão seja feita de forma coesa.

6. Boa argumentação

Como falamos, é necessário que os sócios tenham uma boa convivência. Porém, mais importante é eles conseguirem se comunicar bem.

Nesse sentido, eles poderão debater os problemas e encontrar soluções rapidamente e de forma mais eficiente.

Para diversas etapas do negócio os sócios terão que conversar entre si para tomar uma decisão essencial. Assim, cada um deve ter a capacidade de trazer seus argumentos de forma clara.

Imagem vista de cima de uma mesa de escritório com várias pessoas e duas delas se cumprimentando. Imagem ilustrativa do texto o que considerar na hora de escolher um sócio.
Os sócios devem se comunicar bem para ter uma boa parceria e conversar para o sucesso do negócio.

7. Capacidade de investimento

Um ponto que muitas vezes define a escolha de um sócio é a sua capacidade de investimento. Isso porque, o empreendedor pode não ter todo o capital necessário para abrir um negócio e precisa desta ajuda.

Um sócio investidor pode ser uma pessoa que vá entrar apenas com o capital e deixar a gerência com o outro sócio. Mas esse modelo exige bastante confiança entre as partes.

Da mesma forma, se um sócio investir mais que o outro, o papel das partes nesse empreendimento deve ficar muito bem definido para não haver problemas.

Além disso, um sócio com capacidade de investimento pode ser interessante em um momento posterior, para uma expansão do negócio, ou ainda, para eventuais problemas que possam surgir.

Enfim, essa capacidade financeira é algo o que considerar na hora de escolher o sócio, mas não pode ser o único motivo. É preciso também que haja uma parceria legal entre os sócios para o sucesso do negócio.

Dá para ter um sócio na franquia?

O modelo de franquias é um formato que simplifica a implementação de um negócio, pois conta com uma empresa previamente estabelecida, com uma operação pronta.

Esse modelo permite sim que o empreendedor tenha um ou mais sócios, seja para conseguir o valor de investimento inicial ou então para se dedicar ao trabalho em conjunto.

Porém, alguns detalhes devem ser levados em consideração. Algumas franquias exigem que ambos os sócios façam o treinamento pelo qual passam novos franqueados.

Isso deve vir explicado na Circular de Oferta de Franquia (COF), que traz informações detalhadas sobre o negócio, como o custo, os direitos e deveres das partes, entre outros.

Então, caso o franqueado tenha um sócio ele precisa informar à franqueadora e ter isso em contrato, para que todas as partes possam investir com segurança.

Agora que você já sabe o que considerar na hora de escolher um sócio, atuar com um negócio de menor investimento pode ser o ideal. Por isso, separamos um conteúdo com franquias baratas em diversos nichos. Dessa forma, aprenda mais sobre esse assunto, porque a hora de ter a sua própria empresa e lucrar é agora!

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