O maior Portal de Franquias do Brasil!
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Aos 52 anos, assistente social deixa setor público e, em 8 meses, transforma home office em agência física

telma franqueada encontre sua viagem

Depois de construir uma carreira como assistente social e trabalhar durante anos no setor público, Telma Santos decidiu mudar de direção aos 52 anos. Ela queria mais autonomia, liberdade para viajar e novas possibilidades profissionais. O caminho levou Telma ao empreendedorismo e, apenas oito meses depois de começar uma agência de viagens em casa, o crescimento dos atendimentos fez com que ela desse um novo passo e abrisse um espaço físico.

Hoje, aos 55 anos, Telma administra uma unidade da franquia Encontre Sua Viagem e encontrou no turismo uma atividade que se encaixou em sua vida. Ela se dedica aos clientes e à empresa, mas também mantém aquilo que motivou sua mudança: convive com a família, viaja e tem mais autonomia para organizar a própria rotina.

A trajetória dela começou em um momento de transição profissional. Depois de anos em uma carreira estável, Telma percebeu que poderia experimentar algo diferente e construir uma nova relação com trabalho, liberdade e crescimento.

A decisão de trocar o setor público pelo empreendedorismo

Formada em Serviço Social, Telma construiu boa parte da trajetória profissional no atendimento às pessoas. Ela coordenou um centro de assistência social durante seis anos e, depois, trabalhou em uma delegacia da Polícia Civil como assistente social e mediadora de conflitos.

conheca mais franquias

O trabalho na delegacia surgiu por meio de um processo seletivo previsto inicialmente para dois anos. Telma permaneceu quatro anos na função, até chegar o momento em que precisaria ficar três meses afastada antes de uma possível volta.

A pausa abriu espaço para uma reflexão sobre o futuro. Marcos Roberto, marido de Telma, é militar e havia ido para a reserva. Foi nesse período que ela começou a considerar novos caminhos profissionais.

“Eu queria buscar alguma coisa mais autônoma. A gente gostava muito de viajar e eu queria alguma coisa com a qual conseguisse trabalhar de onde estivesse”, conta Telma.

Foi Marcos Roberto quem começou a pesquisar possibilidades e encontrou a franquia Encontre Sua Viagem. Primeiro, ele conversou com um consultor da rede para compreender o modelo. Depois, chamou Telma para conhecer a proposta.

franqueada telma santos encontre sua viagem

Abrindo o negócio, as vendas não seriam novidade: enquanto trabalhava no setor público, Telma comercializava cosméticos, para garantir uma renda extra. Mas a decisão não nasceu de uma grande experiência anterior no turismo: aquele seria um mercado novo. Mesmo assim, ela estudou o modelo da Encontre Sua Viagem e decidiu começar.

A primeira venda e os desafios de começar aos 52 anos

Telma entrou na Encontre Sua Viagem em 2022 pelo modelo home office. Seu principal receio não estava relacionado à capacidade de vender, mas à possibilidade de não recuperar o dinheiro investido no novo negócio.

Telma tinha um objetivo simples: recuperar o investimento e, se a agência gerasse uma renda parecida com a que recebia no setor público, já estaria satisfeita. A possibilidade de viajar com mais liberdade completava o plano.

formatacao de franquia clique e saiba mais

O primeiro sinal de que havia mercado surgiu de uma ação simples. Ainda no home office, Telma gravou um vídeo para contar às pessoas que conhecia sobre sua mudança profissional. Depois, publicou uma oferta de passagem no status, uma conhecida viu a divulgação e pediu que ela emitisse uma passagem.

Era sua primeira cliente. “Aquilo ali me deu um ânimo muito grande”, relembra Telma. A venda trouxe entusiasmo, mas também iniciou um período importante de aprendizado sobre um setor que ela ainda estava conhecendo.

Ela precisou compreender horários de voos, regras de embarque, documentação, alterações e vários detalhes que interferem na experiência do passageiro. Alguns erros fizeram parte desse processo e, segundo Telma, serviram como aprendizado para melhorar os atendimentos seguintes.

Foi assim que chegou a uma das principais conclusões sobre o turismo: a responsabilidade da agência não termina quando o cliente compra. “Depois da venda começa o cuidado e o suporte, pra não ter prejuízo nem pra nós, nem pro cliente”, explica.

Oito meses depois, o home office já não era suficiente

O negócio começou dentro de casa, mas levou apenas oito meses para Telma perceber que precisava mudar a estrutura. A decisão não surgiu apenas do desejo de ter uma loja. Foram os próprios clientes e o avanço da operação que ajudaram a indicar o próximo passo.

Algumas pessoas encontravam a agência pelo Google e queriam ir pessoalmente ao endereço para realizar o pagamento. Quando percebiam que o local era uma residência, porém, alguns clientes recuavam por não entenderem que uma agência poderia funcionar no modelo home office.

Ao mesmo tempo, a carteira de clientes crescia. Telma também percebeu que precisava de um colaborador para ajudá-la nos atendimentos e na operação. A estrutura disponível naquele formato já não acompanhava da mesma forma as novas necessidades.

“Foi quando virou a minha chave. O cliente estava querendo vir até mim, mas tinha esse receio”, conta.

Telma então migrou para uma agência física, localizada no Centro de Santarém (PA), em uma rua principal e com grande movimento.

Do setor público a uma rotina com novas possibilidades

A abertura da loja física marcou uma evolução importante do negócio, mas Telma considera que a maior transformação aconteceu na maneira como passou a enxergar a própria vida profissional.

sults sistema operacional

No setor público, Telma sentia que seu esforço tinha pouco impacto sobre os próprios resultados. Empreendendo, percebeu uma relação mais direta entre trabalho, planejamento e crescimento.

“Eu sou um antes e agora um depois, na liberdade, na possibilidade e nas expectativas de crescimento. Já estou muito grata por onde estou, mas sei que posso chegar muito longe e crescer ainda muito mais”, afirma.

Telma se dedica bastante à agência e está frequentemente no computador para atender seus clientes. Porém, o negócio passou a fazer parte de uma rotina que também inclui aquilo que motivou sua mudança profissional: estar com a família, viajar e ter mais autonomia para organizar a própria vida. E claro, também há o retorno financeiro.

“Hoje, eu consigo pagar viagens, sair pra jantar com a família e dizer: ‘hoje é por minha conta!”. Pude dar de presente os vestidos de noivas das minhas filhas e posso contribuir com muito mais, ajudar minha mãe e irmãos, coisas que antes era impensável com o que eu ganhava”, conta.

Empreender também se tornou uma forma de transformar vidas

Existe uma ligação entre a antiga profissão de Telma e aquilo que ela constrói hoje. Como assistente social, parte de seu trabalho consistia em ajudar pessoas a reconhecerem suas capacidades e conquistarem mais autonomia.

No empreendedorismo, ela encontrou outra maneira de provocar impacto na vida de outras pessoas. Gerar empregos e acompanhar o crescimento dos colaboradores passou a ter um significado especial dentro da nova trajetória. Hoje, ela emprega duas pessoas.

“Quando eu gero emprego, isso me dá uma satisfação muito grande. Eu consigo bonificar e fazer com que essa pessoa veja que pode crescer também”, afirma. Para Telma, essa possibilidade mantém presente parte do propósito que já existia quando atuava no Serviço Social.

A experiência também mudou sua visão sobre empreender. Ela não trata o próprio caminho como uma fórmula simples de sucesso. Na verdade, faz questão de destacar que abrir um negócio exige disposição para aprender, conhecer o mercado e executar o trabalho necessário.

A divulgação, por exemplo, passou a fazer parte de sua rotina. Telma usa o Instagram para apresentar a agência e entende que uma venda fechada hoje pode ter começado muito antes, a partir de uma publicação ou de algum contato anterior com aquele cliente.

“Hoje não vai ser bom, mas amanhã vai ser ainda melhor. É entender o mercado e fazer aquilo que tem que fazer. Empreender é muito bom, tem grande potencial de crescimento, mas tem muitos desafios também”, resume.

Aos 55 anos, Telma ainda fala sobre o futuro com a sensação de que existe muito espaço pela frente. A mulher que decidiu mudar de carreira aos 52 começou atendendo de casa, comemorou a primeira passagem vendida e, oito meses depois, abriu uma agência física porque o próprio negócio já pedia uma estrutura diferente.

Hoje, a franquia faz parte de sua vida sem definir tudo o que ela é. Entre clientes, família, viagens e novos planos, Telma encontrou no empreendedorismo a autonomia que procurava e uma nova maneira de continuar fazendo algo que sempre esteve presente em sua trajetória: criar possibilidades para si mesma e para as pessoas ao seu redor.

Acompanhe o mercado
A mais lidas hoje