O maior Portal de Franquias do Brasil!
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Assistente social investe no turismo e descobre uma versão de si que ainda não conhecia

franqueada francine encontre sua viagem
assessoria gratuita para escolher franquia

Depois de 20 anos trabalhando como assistente social no serviço público, Francine Feliciano começou a construir uma nova trajetória profissional sem precisar fazer uma mudança de uma hora para outra. Moradora de Novo Horizonte, no estado de São Paulo, ela iniciou a agência de viagens como um projeto paralelo e uma fonte complementar de renda. Com o crescimento do negócio, o turismo ganhou espaço até se tornar sua principal atividade. Hoje, a empreendedora organiza grupos, conhece destinos que ajudam no atendimento aos clientes e encontrou uma nova maneira de continuar trabalhando diretamente com pessoas.

Durante duas décadas, Francine atuou em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). O contato próximo com o público fazia parte de uma profissão com a qual sempre teve identificação.

Ao mesmo tempo, outro interesse estava presente havia anos: as viagens.

Quando resolveu abrir uma franquia da Encontre Sua Viagem, os dois caminhos coexistiram. Francine continuava no serviço público enquanto desenvolvia a agência no modelo home office. Com o avanço do novo negócio, começou a enxergar uma possibilidade que antes parecia distante: deixar uma carreira longa para viver profissionalmente do turismo.

Agência de viagens começou como uma nova fonte de renda

O empreendedorismo entrou na vida de Francine de forma gradual.

A agência surgiu inicialmente como um projeto paralelo. Ela ainda mantinha sua rotina como assistente social quando investiu na franquia. A partir daí, começou a conhecer, na prática, uma atividade bastante diferente daquela que exercia há 20 anos.

O turismo tinha uma vantagem importante: já fazia parte de seus interesses pessoais.

Porém, gostar de viajar não eliminava as dúvidas de quem estava construindo um negócio. A empreendedora precisava aprender sobre o mercado, conquistar clientes e entender se aquela atividade poderia realmente ocupar um espaço maior em sua vida.

Foi justamente essa experiência inicial que tornou a decisão seguinte possível.

Com o tempo, a franqueada percebeu que não estava apenas desenvolvendo uma renda complementar. Havia encontrado uma profissão na qual conseguia se imaginar no futuro.

formatacao de franquia clique e saiba mais

A franquia foi uma forma de não começar sozinha

Ao decidir empreender, Francine não queria construir toda a operação sem uma estrutura anterior.

Foi esse ponto que influenciou sua escolha por uma franquia da Encontre Sua Viagem.

A estrutura e o suporte da rede pesaram na decisão. Principalmente porque ela estava entrando em um mercado diferente daquele em que havia construído sua carreira.

Isso também se tornou importante quando começaram a aparecer situações que não dependiam apenas da venda.

Durante uma viagem, uma dúvida ou um imprevisto pode exigir uma decisão rápida. Em alguns momentos, surgiram situações em que Francine não tinha certeza sobre a melhor forma de agir. Nesses casos, ela buscou orientação da franqueadora para entender como conduzir o atendimento.

Ter uma equipe para consultar trouxe segurança durante esse aprendizado.

“Hoje sei que não estou sozinha”, afirma.

Os primeiros clientes trouxeram responsabilidade e confiança

Francine ainda se lembra dos primeiros clientes e guarda um carinho especial por eles. A primeira venda que fez foi de uma passagem para a França. Em seguida, levou uma família inteira para um resort, e também montou um grupo de viagem com 25 pessoas.

sults sistema operacional

Cada nova venda trazia uma combinação de entusiasmo e preocupação. Afinal, alguém estava entregando a ela parte importante de uma experiência que poderia ter sido planejada durante meses.

“No começo dava aquele frio na barriga, porque era uma responsabilidade muito grande alguém confiar em mim para cuidar de uma viagem”, conta.

Ao mesmo tempo, concluir cada atendimento mostrava que o projeto começava a ganhar forma.

O principal desafio daqueles primeiros meses foi construir uma base de clientes. Para alguém que vinha de outra profissão, não bastava conhecer produtos e destinos. Era necessário fazer com que as pessoas confiassem no novo trabalho.

Assim, Francine encontrou no atendimento próximo uma maneira de construir essa relação. Desde que abriu a franquia ela viaja muito mais, inclusive para destinos internacionais. 

“Hoje tenho segurança em escolher junto com os clientes tanto os destinos quanto os serviços de hospedagem e passeios”, conta.

Aos poucos, os resultados deixaram de representar somente uma confirmação financeira. A satisfação dos clientes ao voltar de cada viagem passaram a mostrar que seu trabalho também estava presente nas lembranças criadas por outras pessoas.

De renda complementar a principal atividade profissional

A transformação mais significativa aconteceu quando aquilo que havia começado paralelamente ao serviço público passou a ocupar o centro da vida profissional de Francine Feliciano.

conheca mais franquias

Sua agência da Encontre Sua Viagem deixou de ser apenas uma fonte adicional de renda.

Hoje, é sua principal atividade.

Para a franqueada, esse resultado tem um significado especial justamente por causa do ponto de partida. Ela não começou o negócio depois de ficar sem trabalho ou porque precisava encontrar rapidamente uma nova profissão.

Francine tinha uma carreira de 20 anos e a estabilidade do serviço público. A mudança aconteceu porque decidiu construir outra perspectiva para o próprio futuro.

“Antes eu trabalhava para uma estrutura; hoje estou construindo a minha”, afirma.

A responsabilidade também aumentou. Se antes existiam horários e obrigações previamente definidos, agora boa parte das decisões depende dela.

Mas ela também passou a ter mais autonomia sobre a própria rotina.

Grupos de amigos transformaram viagens em parte do trabalho

A nova profissão também mudou a relação de Francine com as próprias viagens.

Em vários momentos, a franqueada não ficou apenas na organização e venda dos pacotes: ela também embarcou com os clientes. Ao preparar pacotes para amigos, visitou Maceió (AL), Porto de Galinhas (PE), Porto Seguro (BA), Arraial d’Ajuda (BA) e Trancoso (BA), com hospedagens em resorts e hotéis de quatro estrelas.

Nesse tipo de experiência, Francine não acompanha apenas a escolha de uma passagem ou hospedagem. Ela participa de uma viagem compartilhada por pessoas que já fazem parte de seu círculo de relacionamentos.

O retorno acontece depois.

Para a franqueada, receber mensagens contando que os viajantes aproveitaram a experiência e elogiando seu trabalho tornou-se uma das partes mais gratificantes da atividade.

“Isso, pra mim, não tem preço”, diz.

As experiências também ampliaram seu contato com o próprio mercado e trouxeram oportunidades de participar de eventos, conhecer profissionais e aprender mais sobre o setor de turismo.

Conhecer novos países também ampliou seu repertório

Depois que entrou para o turismo, viajar passou a ocupar um espaço ainda maior na vida de Francine.

“Eu sempre viajei, mas com a franquia aumentei a frequência e consegui levar amigos e meus pais. Realizei o sonho do meu pai de ir na Disney em Paris e da minha irmã de conhecer a neve no Chile (fomos juntas e com mais 10 amigos)”, conta.

Na Europa, ela conheceu diferentes cidades de Portugal, França e Itália. Outra experiência importante aconteceu na Colômbia.

“Fomos ao casamento da Mariana, que fez intercâmbio na minha casa. Ela casou em Cartagena. Foi uma viagem com a família toda, inclusive com meus pais”, lembra.

Cada destino acrescenta referências que ultrapassam a experiência pessoal. Ao conhecer hotéis, passeios e características de diferentes lugares, a franqueada amplia seu repertório. Essas experiências ajudam, por exemplo, quando precisa orientar um cliente ou conversar sobre determinado destino.

Ao mesmo tempo, poder viver essas experiências também passou a fazer parte de uma rotina bem diferente daquela que Francine tinha antes.

Durante os anos no serviço público, ela tinha horários e obrigações definidos por uma estrutura profissional. Hoje, continua tendo responsabilidades, mas ganhou maior liberdade para organizar quando e como realiza parte de seu trabalho.

A liberdade trouxe uma nova relação com a família e o trabalho

Francine não associa empreendedorismo a trabalhar pouco. A agência exige dedicação e trouxe responsabilidades diferentes para seu dia a dia.

A diferença está na autonomia.

“Consigo organizar melhor meus horários, estar mais presente com a minha família e, ao mesmo tempo, construir algo que é meu”, explica.

Francine tem 3 filhas: Rafaela, de 30 anos, Maria Laura, de 22 anos, e Eduarda, com 12 anos de idade. 

“Posso estar presente na vida delas, tendo disponibilidade em visitá-las e até mesmo viajar juntas. Também acompanho a minha filha Eduarda de pertinho, o que é ótimo! Quando minhas duas outras filhas eram menores, elas ficavam sob o cuidado de uma babá, pois meu trabalho não era flexível”, comenta.

Hoje, a franqueada mora no Guarujá, de frente para praia. Ela conta que vive o que sempre sonhou: tem um trabalho prazeroso e pode contribuir com momentos de alegria das pessoas.

“Aproveito para estar sempre viajando, tenho flexibilidade de horário e posso aproveitar a praia, praticar beach tênis e canoagem”, comemora.

Essa liberdade não apareceu de um dia para o outro. Foi construída enquanto a agência deixou de ser um projeto paralelo e passou a sustentar sua nova fase profissional.

Para ela, planejamento, estudo e coragem precisam caminhar juntos.

Por isso, quando fala com alguém que também pensa em empreender, Francine tem um conselho: “Você não precisa ter certeza de que vai dar certo; precisa acreditar que vale a pena tentar”, diz.

A frase resume uma decisão que ela própria precisou tomar. Depois de 20 anos em uma carreira estável, Francine não tinha como saber exatamente o que encontraria ao deixar o serviço público.

Ela decidiu seguir mesmo assim.

“Eu tive medo. Mas descobri que, do outro lado do medo, existia uma versão de mim que eu ainda não conhecia”, comenta.

Antes do turismo, Francine conta que se cobrava para cumprir diferentes papéis da melhor maneira possível. Queria ser uma boa profissional, esposa e mãe, sempre com a sensação de que tudo precisava dar certo. O contato com novos lugares, culturas e pessoas trouxe outra perspectiva sobre a forma como queria viver.

Hoje, essa mudança aparece até nas escolhas mais simples. A empreendedora conta que mora de frente para o mar e leva uma rotina com mais liberdade, algo que desejava havia muito tempo.

Viajar também ganhou outro significado. Ela passou a observar cada destino pensando não apenas no que existe para conhecer, mas nas experiências que aquele lugar pode proporcionar.

Esse olhar chegou ao atendimento dos clientes. Quando alguém procura a agência, Francine tenta entender o que pode tornar aquela viagem realmente especial para aquela pessoa.

“Eu quero que essa viagem seja única e inesquecível. É isso que a gente leva de lembrança”, explica.

Foi assim que Francine passou a entender melhor aquela “nova versão” de si mesma. O turismo não mudou apenas sua profissão. Conhecer novos lugares, conviver com pessoas diferentes e ter contato com outras culturas também mudou sua forma de aproveitar a vida e de enxergar o que realmente vale a pena guardar como experiência.

Hoje, a agência que começou como atividade complementar se tornou sua principal atividade profissional. É uma realidade bem diferente dos anos em que Francine trabalhava no CRAS. Agora, ela tem um negócio próprio, construído a partir de uma escolha de quem teve coragem de experimentar.

Acompanhe o mercado
A mais lidas hoje