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Ele foi lavar roupas e acabou abrindo duas unidades da franquia Lavateria

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O que começou como uma solução para secar roupas durante um período de frio em Belo Horizonte (MG) acabou se transformando em um negócio de família. Ailson Júnior não procurava uma lavanderia para investir, mas para resolver um problema de casa. Só que a experiência com a franquia Lavateria foi tão positiva que despertou uma ideia: abrir uma unidade perto de onde morava. Hoje, ele e a esposa, Thatiane, administram duas franquias da rede, enquanto Ailson mantém a carreira como gestor comercial de uma multinacional.

A decisão de empreender surgiu como uma necessidade. O casal procurava uma atividade que pudesse conciliar trabalho, filhos e uma nova fonte de renda. A esposa de Ailson, profissional da área da saúde, havia dedicado mais tempo à criação das crianças e sentia vontade de retomar uma rotina profissional.

Com 17 anos de experiência em multinacionais, Ailson conhecia os desafios de administrar negócios e equipes. Mas sua rotina de viagens exigia um modelo que não dependesse de sua presença constante, enquanto a esposa, Thatiane, também precisava de flexibilidade para cuidar da família.

Foi justamente essa combinação de necessidades que aproximou o casal do setor de lavanderias de autosserviço. Antes de pensar em abrir uma franquia, porém, Ailson teve a oportunidade de conhecer o negócio do outro lado do balcão.

A vontade de empreender começou muito antes da franquia Lavateria

Ailson construiu boa parte de sua trajetória profissional na área comercial. Ao longo de 17 anos, passou por multinacionais e assumiu responsabilidades relacionadas à gestão de vendas, atividade que exerce atualmente.

O empreendedorismo, no entanto, sempre fez parte de seus interesses. Quando era mais jovem, chegou a ter uma videolocadora, experiência que representou seu primeiro contato com a administração de um negócio próprio.

Depois de vender a empresa, ingressou no setor público, na Receita Federal. A experiência não durou como projeto de carreira, porque Ailson percebeu que buscava uma rotina profissional diferente.

“Eu sempre tive uma inquietude maior. Ficar sentado em um lugar não era muito a minha pegada”, conta.

A partir daí, direcionou sua carreira para o mundo corporativo. Trabalhou durante seis anos em uma empresa de planos de saúde em Belo Horizonte (MG), passou por outra organização e também viveu na Irlanda por oito meses.

O trabalho trouxe experiência e oportunidades, mas a vontade de empreender continuava presente. Mesmo depois de construir uma carreira no setor comercial, Ailson ainda considerava a possibilidade de voltar a ter uma empresa.

A diferença é que, dessa vez, precisava encontrar um negócio compatível com a vida que havia construído.

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A chegada dos filhos mudou os planos do casal

Com o nascimento do primeiro filho e, depois, da segunda filha, Ailson e a esposa precisaram reorganizar a rotina familiar.

Ela trabalhava na área da saúde, mas os dois decidiram que dedicaria mais tempo à criação das crianças. Enquanto isso, Ailson continuou sua trajetória profissional, que incluía viagens frequentes.

A decisão atendia às necessidades da família naquele momento. Com o passar dos anos, porém, a esposa começou a sentir falta de uma atividade profissional que pudesse conciliar com os cuidados dos filhos.

A percepção ficou mais evidente durante a pandemia da COVID-19.

“Percebi que ela queria alguma coisa para ter uma atividade no dia a dia”, recorda Ailson Júnior.

Foi quando os dois começaram a pesquisar oportunidades de negócio. O objetivo não era abandonar a carreira que ele havia construído, mas encontrar uma fonte complementar de renda.

Ailson, formado em Administração, poderia assumir as atividades de gestão nos horários disponíveis. A esposa, Thatiane, por sua experiência na área da saúde e facilidade para lidar com pessoas, ficaria mais próxima do atendimento aos clientes.

“Eu a parte administrativa, e ela a parte de cliente”, resume.

Havia, porém, uma condição importante: o negócio não poderia exigir que um dos dois permanecesse no estabelecimento durante todo o expediente.

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“Eu tenho uma rotina de viagem”, explica. “Por isso, precisava de uma operação que conseguisse acompanhar mesmo quando estivesse fora de Belo Horizonte”.

O casal tinha uma ideia relativamente clara sobre como gostaria de trabalhar. O que ainda faltava era descobrir em qual setor investir.

Um dia de frio apresentou a oportunidade que faltava

Durante a pandemia, BH atravessava um período de temperaturas mais baixas. Em casa, Ailson enfrentava uma dificuldade comum nessa época do ano: lavar roupas e conseguir secá-las.

Em vez de procurar uma solução apenas dentro de casa, decidiu pesquisar alternativas na cidade.

Foi assim que encontrou uma unidade da franquia Lavateria.

A lavanderia não ficava perto de sua residência, mas ele resolveu experimentar o serviço. Levou as roupas e descobriu uma maneira mais rápida de resolver o problema.

“Levei as roupas e em 40 minutos sequei tudo!”, recorda.

A experiência chamou sua atenção não apenas pela praticidade. Ailson percebeu que havia encontrado um serviço capaz de resolver uma necessidade real das pessoas.

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“Quando pensamos em negócio, a gente pensa como resolvemos uma dor real do cliente”, explica.

Mesmo depois de voltar para casa, continuou pensando na lavanderia. A facilidade de utilizar o serviço e o tempo economizado fizeram com que enxergasse uma oportunidade que até então não havia considerado.

O casal ainda pesquisava franquias de diferentes setores, mas aquela experiência passou a influenciar suas conversas.

“E se a gente montasse uma aqui na região?”

A proposta surgiu de uma conversa simples entre o casal. Ailson lembrou a experiência que havia tido com a lavanderia e sugeriu levar o serviço para mais perto de casa.

A ideia fazia sentido para os dois. Além de conhecerem o serviço como consumidores, já tinham um espaço em vista na região onde moravam.

Isso ajudava a tornar a possibilidade mais concreta. Não se tratava apenas de escolher uma franquia em um catálogo, mas de levar para o bairro uma solução que Ailson havia utilizado e aprovado.

“Por mais que eu tenha olhado outras franquias, como a minha experiência foi muito boa na franquia Lavateria, nós decidimos empreender com ela”, conta.

A escolha também atendia à necessidade de conciliar a franquia Lavateria com a rotina familiar. O casal poderia dividir responsabilidades sem abandonar completamente as atividades que já fazia.

Para Ailson, a franquia representava uma maneira de voltar ao empreendedorismo sem precisar encerrar sua trajetória profissional no mercado corporativo. Afinal, o papel do franqueado na franquia Lavateria é fazer a gestão à distância. É possível ir à loja apenas para mantê-la organizada, limpa e com os produtos abastecidos na máquina.

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Até por isso, muitas unidades da franquia Lavateria funcionam 24 horas por dia. A franquia Lavateria não precisa de funcionários e pode funcionar sempre que o cliente precisar lavar as roupas.

A operação automatizada permitiu conciliar empresa e família

Um dos fatores que mais chamaram a atenção de Ailson Júnior foi o funcionamento da franquia Lavateria. Segundo ele, aproximadamente 90% dos processos da unidade são automatizados e podem ser acompanhados por sistemas online.

Na prática, o cliente usa as máquinas de autosserviço sem depender de um funcionário para executar todas as etapas da lavagem. Afinal, a loja conta com orientações sobre o funcionamento dos equipamentos, máquinas numeradas e um totem que auxilia no uso do serviço.

O consumidor faz o pagamento, coloca as roupas na máquina, fecha a porta e inicia o ciclo. A lavagem segue um processo padronizado.E também é possível escolher apenas a lavagem ou somente a secagem, já que os equipamentos são separados.

“A única coisa que o cliente faz é pagar, colocar as roupas na máquina, fechar a porta e apertar o botão para iniciar”, explica Ailson.

O formato foi importante para a decisão do casal porque reduzia a necessidade de presença constante no estabelecimento. Assim, Ailson poderia acompanhar questões administrativas fora do horário comercial, enquanto a esposa Thatiane participaria da rotina da franquia Lavateria sem precisar permanecer o dia inteiro na loja.

Isso não significava ausência de responsabilidades. Mesmo com a automação, os dois precisavam acompanhar o funcionamento da unidade e cuidar da administração.

Mas o modelo oferecia a flexibilidade que buscavam desde o início.

O serviço que resolveu um problema de casa virou um negócio

Ailson acredita que parte do potencial da franquia Lavateria está na possibilidade de oferecer praticidade para situações comuns do cotidiano.

Ele conheceu a marca porque precisava secar roupas durante um período frio. Depois de utilizar o serviço, passou a considerar outros fatores que poderiam levar consumidores a procurar uma lavanderia de autosserviço.

Entre eles, estão o tempo necessário para lavar e secar as peças e os custos envolvidos no processo doméstico.

“Se você colocar na ponta do lápis, dá pra ver. Em casa, precisa comprar produto, amaciante, gastar água, luz… E o processo na Lavateria ainda economiza tempo!”, comenta.

A primeira unidade se consolidou e o casal abriu outra

A decisão de investir na franquia Lavateria não ficou restrita à primeira loja. Com o desenvolvimento da operação, Ailson e a esposa decidiram ampliar a presença da marca.

Hoje, o casal possui duas unidades da franquia.

Segundo Ailson, a primeira tem aproximadamente três anos de funcionamento e já alcançou um estágio mais consolidado. A segunda está em operação há cerca de dois anos e ainda passa por um processo de crescimento.

A diferença entre as unidades mostra que, mesmo dentro de uma mesma rede, cada operação pode apresentar seu próprio ritmo de desenvolvimento.

Para o casal, a expansão também representa uma mudança importante em relação ao objetivo inicial.

Quando começaram a pesquisar franquias, procuravam uma atividade que a esposa pudesse administrar e que complementasse a renda familiar. A experiência como consumidores levou à primeira unidade da franquia Lavateria, e o negócio acabou abrindo espaço para uma segunda operação.

Ao mesmo tempo, Ailson continuou trabalhando como gestor comercial. A decisão de empreender não exigiu que abandonasse a carreira construída ao longo dos anos. Ou seja, o modelo permitiu que a família desenvolvesse uma nova atividade econômica sem depender exclusivamente dos ganhos dela.

Empreender sem abandonar a carreira profissional

A trajetória de Ailson Júnior contrasta com a ideia de que abrir uma empresa exige, necessariamente, deixar o emprego para trás.

No caso dele, a experiência profissional e a formação em Administração contribuíram para organizar a participação na franquia Lavateria. A esposa também encontrou uma atividade que podia conciliar com a rotina familiar.

A escolha exigiu que os dois identificassem suas habilidades e definissem como poderiam contribuir para a operação. Enquanto Ailson utiliza sua experiência em gestão, Thatiane participa das atividades relacionadas aos clientes e ao funcionamento das unidades.

Essa parceria permitiu construir uma rotina diferente daquela que o casal imaginava quando começou a pesquisar franquias. E tendo sempre acreditado no empreendedorismo, ele indica que outras pessoas também o façam.

“Acreditem no sonho, empreendam, arrisquem”, incentiva o franqueado, que encontrou uma maneira de conciliar a carreira profissional com a realização de um antigo desejo de ter o próprio negócio.

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