Franquia Ri Happy: confira o Raio-X completo da marca

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franquia ri happy imagem ilustrativa criança brincando
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A história da franquia Ri Happy começou na década de 1980, quando três sócios decidiram entrar para o ramo de brinquedos e abriram a primeira unidade na cidade de São Paulo. Após alguns problemas, ela se tornou a maior rede varejista do segmento.

Quando se pensa em loja de brinquedos, é muito comum ouvir alguém falar na Ri Happy. São diversas unidades espalhadas pelo Brasil e uma das marcas mais consolidadas no mercado.

Para quem deseja empreender nessa área, representar uma empresa como essa é uma grande vantagem competitiva. Isso porque, além do seu modelo de negócio rentável, o sistema de franquia vem crescendo e ganhando mais investidores.

O que acha de conhecer a história da Ri Happy e entender como funciona o seus modelo de franquia? Acompanhe mais em nosso texto!

Como surgiu a franquia Ri Happy?

A Ri Happy é uma empresa varejista que atua há mais de 25 anos no setor de brinquedos. Ela surgiu graças a união dos sócios Juanita e Ricardo Sayon, e Roberto Saba, em 1988.

O nome da rede foi criado graças a uma brincadeira entre o Ricardo e Juanita, sua esposa, que o chamava de Ri, com a junção da palavra em inglês “Happy”.

Apesar das dificuldades enfrentadas pelos empresário logo no início do empreendimento, a marca decidiu mudar a sua forma de fazer negócio. Sendo assim, ela passou a investir também no atendimento e na prestação de serviço.

Presente nas principais capitais, e em algumas cidades interioranas, a marca também se consolidou entre os consumidores pelos seus preços competitivos e a variedade de produtos.

Atualmente, ela é líder no segmento com uma certa folga. Seu maior concorrente até 2012, a loja PBKids, foi comprada e anexada pelo fundo de investimento gestor da Ri Happy, a Carlyle.

Nesse mesmo ano, meses antes, a marca também anexou a empresa do Ricardo, Roberto e Juanita. Como resultado, já são 216 unidades no total, sendo a maioria unidades próprias, e sede na cidade de São Paulo.

Conceito da marca

A franquia Ri Happy utiliza conceitos que se misturam com o nome da marca. Ou seja, para cada letra do nome, surge uma característica do negócio.

Como no caso do “R”, que mostra a responsabilidade social da marca nas comunidades que ela atua. A letra “I”, por exemplo, simbolizando a inovação que a marca trouxe para o mercado com seu pensamento a frente de seu tempo.

Os demais definições saem do segundo nome “happy”, que une a honestidade, ética e moral da companhia. Administração consciente, parceria com os fornecedores, prioridade para o melhor atendimento e a crença na importância dos brinquedos para as crianças.

  • Responsabilidade social/coletiva na comunidade que operamos;
  • Inovação em nosso negócio – empresa de vanguarda;
  • Honestidade, conduta ética e moral em todos os momentos;
  • Administração austera visando a sanidade da empresa;
  • Parceria com todos os nossos fornecedores;
  • Prioridade total no atendimento de nossos clientes;
  • Yes! Acreditamos na contribuição do brinquedo para o enriquecimento da vida das crianças.

Quanto é necessário para abrir uma franquia de brinquedo?

A Ri Happy atua exclusivamente com lojas físicas em uma área média de 375 m² e que demandam cerca de 13 colaboradores. São mais de 200 produtos para todas as idades.

Agora que temos uma ideia de como é uma unidade da marca, é preciso conhecer os investimentos necessários para tornar o negócio possível.

  • Taxa de franquia: R$ 100 mil
  • Capital de instalação: R$ 400 mil até R$ 600 mil
  • Capital de giro: mínimo de R$ 250 mil
  • Investimento total: R$ 650 mil até R$ 850 mil
  • Faturamento médio mensal: R$ 350 mil
  • Retorno: entre 24 e 36 meses
  • Taxa royalties: 5% do faturamento Bruto

Quais as vantagens para os franqueados Ri Happy?

A Ri Happy oferece para seus franqueados um série de suportes responsáveis por auxiliar os empresários a manter o negócio e dar condições para a unidade alcançar o sucesso.

Esse tipo de ação é muito comum entre as franqueadoras, o que ajuda muito os investidores de primeira viagem.

A princípio, a marca oferece uma análise de viabilidade econômica. Ou seja, a verificação de quanto o empresário tem em caixa, qual será o retorno sobre esse investimento e a rentabilidade prevista. Isso demonstrará se é ou não uma boa ideia abrir a unidade.

Todas as etapas antes da inauguração da loja tem papel importante para o crescimento do negócio. Dessa forma, o próximo passo é ajudar a encontrar o ponto comercial e negociar com os responsáveis pelo local.

Por fim, há o suporte para a implantação da loja, treinamentos para sócios e colaboradores, bem como a apresentação dos manuais da franquia.

Durante o funcionamento do empreendimento, a Ri Happy ainda auxilia nos processos de abastecimento da loja e nas ações de marketing.

Vemos que uma criança (não é possível ver o seu rosto) brinca com dois carrinhos (imagem ilustrativa). Texto: franquia ri happy.
A Ri Happy se preocupa em oferecer o melhor suporte ao franqueado.

Por que investir em uma rede de brinquedos?

Segundo a análise anual da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (ABRINQ), as lojas especializadas em brinquedos continuam fazendo parte das opções dos clientes na hora de fazer compras.

Os números de evolução das franquias de brinquedos são analisados dentro do segmento de Entretenimento e Lazer pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). Apesar da queda dos números, em função da pandemia, as lojas de brinquedo, assim como a Ri Happy, seguem se reinventando.

Em outras palavras, as redes hoje atuam de forma presencial, mas também via e-commerce, tendo uma forte presença na internet, com comunicação e venda via WhatsApp e site.

Além disso, a população brasileira entre zero e 14 anos representa um pouco mais de 10% habitantes, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mostrando-se um mercado com grande potencial de crescimento.

Dicas para atuar com o público infantil

As crianças têm um perfil de consumo muito peculiar. Por ainda estarem desenvolvendo seus lados emocionais, psicológicos e sociais, tais fatores exige um cuidado maior por parte de vendedores e gestores.

Sendo assim, confira algumas recomendações para atuar com o público infantil e garantir o sucesso da sua unidade.

Direito do Consumidor

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O Direito do Consumidor alerta sobre os problemas de se aproveitar da falta de julgamento e experiência dessa parcela da população. A norma considera como prática abusiva tirar vantagens sobre a fragilidade da idade dos clientes.

Desse modo, se comprovado a infração, o estabelecimento pode sofrer sanções como multa, apreensão de produtos e até interdição total do empreendimento.

Para evitar riscos, utilize uma linguagem simples e fácil de ser compreendida. De acordo com Andres Rodriguez, no livro Marketing e o Mercado Infantil, cada idade tem uma forma de absorver as informações que chegam até ela.

  • Até um ano – acompanham os pais;
  • Entre um e dois anos – fazem exigências;
  • A partir dos três e quatro anos – já escolhem o que quer;
  • Aos cinco – já sabem comprar de acordo com sua condição (dinheiro do cofrinho, por exemplo);
  • Entre sete e 11 anos – fazem compras sozinhas graças ao seu entendimento lógico aprimorado;
  • Na adolescência – estão melhores preparados para realizar compras.

Em suma, ter um negócio voltado para o público infantil é muito promissor, principalmente para os varejistas. A evolução dos números consolidam essa ideia e gera expectativa. E uma forma de atender essa parte da população, é uma loja de brinquedo.

Cuidado com os brinquedos

Como você estará lidando com um público infantil, é preciso tomar algumas precauções quanto a exposição e tipos de brinquedos que podem fazer algum mal as crianças.

Todas as franquias deste segmento possuem fornecedores confiáveis e certificados. Portanto, nunca procure por outro.

Um material manuseado sem o devido cuidado pode causar alergias graves. Como a presença de chumbo ou bário, que podem prejudicar o sistema nervoso central.

Outro risco está nas peças pequenas de fácil destaque, que podem causar sufocamento ou algum ferimento grave. Brinquedos sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) não devem ser comercializados.

Esse certificado não só atesta a qualidade do equipamento, como também exige que as fabricantes coloquem as recomendações de uso em pequenos manuais. Tais como a idade mínima, quantidade de peças, se são inflamáveis e país de origem

No caso dos brinquedos que necessitam de baterias, também deve constar a tensão necessária para a utilização do brinquedo. O estabelecimento que for pego com algum produto ilegal, pode sofrer penas tão pesadas quanto as apontadas acima.

Por isso é tão importante seguir a lista dos fornecedores licenciados pela franqueadora. Pois eles são a garantia de que os clientes terão ótimas experiências com os produtos da sua unidade. Assim, o franqueado também segue com todas as orientações da franqueadora.

Uma das principais e maiores rede varejista voltada para esse setor é a Ri Happy. Uma empresa que se desenvolveu tendo como base qualidade, bom atendimento, preço justo e diversidade de produtos.

Gostou e gostaria de entender melhor sobre a franquia Ri Happy? Então, entre em contato com a marca e converse com um de seus consultores!

*Informações publicadas em Maio/2021. Os preços das franquias podem sofrer atualizações. Informe-se com a franqueadora da marca.

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