O Brasil recebeu mais de 8,3 milhões de turistas estrangeiros em 2025, crescimento de mais de 40% em relação ao ano anterior, e gerou aproximadamente US$ 6,6 bilhões em receita internacional, segundo o Ministério do Turismo. As projeções da Embratur para 2026 apontam para mais de 9 milhões de visitantes internacionais, número que já reflete o ritmo observado nos primeiros meses do ano.
Uma pesquisa da plataforma Booking.com mostra que os brasileiros pretendem viajar mais em 2026, com foco em bem-estar, lazer e novas experiências. Segundo o levantamento, 95% priorizam viagens voltadas à saúde e qualidade de vida, 94% viajam para relaxar e 90% querem conhecer a cultura e a gastronomia dos destinos. Além disso, 70% afirmam que pretendem gastar mais com viagens no próximo ano, 62% planejam fazer mais viagens de fim de semana, 49% querem aumentar as viagens pelo Brasil e 29% pretendem viajar ao exterior. O estudo também revela que 88% dos entrevistados estão otimistas em relação às viagens em 2026.
Pesquisa do Ministério do Turismo e da Nexus mostra que 61% dos brasileiros viajam a lazer pelo menos uma vez por ano: 33% fazem uma viagem anual, 22% viajam de duas a três vezes e 6% realizam quatro ou mais viagens. Entre os destinos preferidos, 63% escolheriam viajar pelo próprio Brasil, atraídos principalmente pelas belezas naturais, preços mais acessíveis e pela oportunidade de reencontrar familiares e amigos. As praias lideram a preferência de 53% dos turistas, enquanto 47% utilizam as redes sociais para pesquisar e planejar suas viagens.
Os gastos de turistas estrangeiros no Brasil somaram R$ 25 bilhões entre janeiro e maio de 2026, alta de 11% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados do Banco Central analisados pelo Ministério do Turismo. Somente em maio, os gastos chegaram a R$ 4,08 bilhões, aumento de 19% sobre maio do ano passado, e o país recebeu 486.262 visitantes internacionais no mês, o melhor resultado da série histórica para o período.
É nesse cenário de recorde de visitantes e de gastos que abrir uma agência de turismo volta a chamar atenção como caminho para ganhar dinheiro. O movimento não se resume ao público estrangeiro. Viajantes brasileiros também estão gastando mais dentro do próprio país, e é essa combinação de turismo internacional aquecido com turismo doméstico em expansão que sustenta as possibilidades de receita no setor.
Para captar parte desse movimento, conhecer bem os serviços que uma franquia de viagens pode oferecer faz diferença na hora de vender. Comercializar mais de uma solução para o mesmo cliente tende a aumentar o ticket médio por atendimento, o que amplia o faturamento sem necessariamente exigir mais clientes novos.
Campeonato de futebol internacional feminino 2027 movimenta o país

Em 2027, o Brasil sediará um campeonato internacional de futebol feminino, com jogos distribuídos por oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A fase de grupos ocorre de 24 de junho a 8 de julho de 2027, com as fases decisivas avançando ao longo do mês seguinte, até a final, prevista para 25 de julho.
Diferentemente de um evento concentrado em poucos estádios, essa distribuição por oito sedes espalhadas pelo país tende a gerar fluxo de torcedores entre diferentes regiões brasileiras ao longo de mais de um mês de jogos, o que amplia a demanda por deslocamento interno, hospedagem e organização de roteiros durante o período da competição.
Para quem trabalha com turismo, uma competição descentralizada assim favorece especialmente quem atende também o público doméstico, já que parte considerável de quem acompanha os jogos presencialmente deve se deslocar entre cidades brasileiras, não apenas desembarcar vindo do exterior. O intervalo de mais de um ano até o início do torneio também dá tempo para estruturar pacotes e parcerias com antecedência.
O dinheiro do turismo circula por diferentes elos da cadeia, não só hospedagem e passagens, mas também alimentação, transporte e lazer.
Câmbio alto favorece viagens no país
Com o câmbio mais caro, viajar para fora do país fica menos atrativo, e parte da demanda migra para dentro do Brasil. Roteiros nacionais, cidades históricas e destinos de natureza têm ganhado espaço entre brasileiros que antes priorizavam viagens internacionais, ampliando o público que busca apoio profissional para organizar o roteiro.
Esse movimento é relevante para quem pensa em ganhar dinheiro com o setor, porque reduz a dependência exclusiva do turista estrangeiro. Um negócio de turismo bem posicionado pode atender simultaneamente quem vai viajar para fora e quem decide explorar o próprio país, o que diversifica fontes de receita ao longo do ano e reduz a sazonalidade típica de quem depende só de um tipo de público.
Cidades do interior e destinos menos óbvios também entram nesse movimento. Quanto mais pulverizado o roteiro nacional, maior o número de operadoras e fornecedores regionais que passam a precisar de intermediação profissional para vender seus pacotes, o que amplia o leque de comissões possíveis para quem atua no setor.
Crescimento do PIB do turismo
O mercado de turismo no Brasil é reconhecido pela força econômica e pelo leque de oportunidades que oferece. Após grandes eventos internacionais sediados no país, o setor viveu ciclos de crescimento que abriram novas perspectivas de negócio, especialmente no segmento de franquias de hotelaria e turismo.
Um estudo citado pelo setor projeta que o PIB do turismo brasileiro deve crescer, em média, 2,9% ao ano nos próximos anos, alcançando R$ 251,8 bilhões e passando a representar 3,7% do PIB nacional. Ainda que o ritmo seja mais moderado do que o de países como Peru e Chile, o Brasil ocupa a 10ª posição no ranking mundial do setor, ao lado de nações como Estados Unidos, China e França.
A extensão territorial do país também é um diferencial, já que abre espaço para expansão e exploração do turismo em regiões ainda pouco exploradas comercialmente. De acordo com a ABF, em 2023 o segmento de Turismo e Hotelaria faturou R$ 11,5 bilhões, crescimento de 16,4% em comparação com o ano anterior.
Setor de viagens já pesa 8% do PIB

O turismo responde por cerca de 8% do Produto Interno Bruto brasileiro, somando impactos diretos, indiretos e induzidos, segundo dados citados pelo Ministério do Turismo. O Plano Nacional de Turismo 2024-2027 projeta a geração de mais de 2 milhões de novos postos de trabalho diretos e indiretos no setor até o fim do período, um indicativo do tamanho da cadeia que gira em torno de cada viagem vendida.
Uma estimativa da ABF aponta crescimento entre 12% e 15% nas unidades de franquias de turismo e hotelaria em 2026, reflexo direto desse aquecimento do setor. É esse tipo de expansão que costuma atrair quem busca no turismo uma forma de transformar interesse por viagens em fonte de renda.
Esse crescimento de dois dígitos nas unidades de franquia de viagens indica que o setor não está apenas mantendo o patamar anterior, está abrindo espaço para novos entrantes, especialmente em praças que ainda não têm oferta consolidada de consultoria de viagem.
Quanto custa abrir uma agência de turismo?

O valor de entrada em uma agência de turismo varia bastante conforme o modelo escolhido. No mercado brasileiro, negócios com investimento inicial de R$10 mil com a possibilidade de trabalhar em casa, é uma das apostas do setor.
Dentro do segmento de turismo, franquias no formato home office costumam ter investimento mínimo em torno de R$ 13 mil, já que dispensam ponto comercial. Já os modelos de loja física exigem montagem de espaço e costumam partir de um custo mínimo estimado em R$ 53 mil, variando conforme o tamanho do ponto escolhido.
Não existe um valor único de mercado para abrir esse tipo de negócio, e o custo final depende da franqueadora, da estrutura desejada e da região de atuação. Por isso a recomendação é sempre buscar o valor exato diretamente com cada rede antes de comparar opções.
Faturamento e remuneração do franqueado
É importante não confundir faturamento com rentabilidade na hora de avaliar um negócio de turismo. Faturamento é a soma de todos os valores negociados em vendas de serviços e produtos, apurado mensal, trimestral, semestral ou anualmente. Rentabilidade é a capacidade que a empresa tem de se pagar depois de descontados os custos.
O valor de faturamento varia de marca para marca, conforme os produtos e serviços oferecidos, e a forma mais confiável de conhecer essa média é consultar a Circular de Oferta de Franquia (COF) de cada rede. Já em relação à remuneração do franqueado, franquias de viagens costumam operar com uma média de 10% sobre o valor das vendas, embora esse percentual também varie conforme a marca escolhida.
Vantagens de uma franquia de turismo

Um dos atrativos de investir em uma agência de turismo é o potencial econômico do setor: em média, cada brasileiro viaja pelo menos uma vez por ano, o que garante público consumidor recorrente. Além disso, por trabalhar com serviços e não com produtos físicos, esse tipo de negócio não exige manutenção de estoque, o que simplifica a rotina do franqueado e reduz custos operacionais.
O modelo de franquia também entrega um plano de negócio pronto, testado em outras unidades, com suporte da franqueadora para escolha do ponto comercial, marketing, apoio jurídico e treinamento da equipe. Isso reduz parte do risco de quem nunca empreendeu no setor de viagens. O impacto desse suporte aparece nos números de sobrevivência: enquanto 23% dos negócios abertos do zero fecham as portas em até dois anos, essa taxa cai para 5% entre as franquias.
A possibilidade de atuação home office é outro diferencial, já que grande parte do trabalho nesse segmento pode ser feita de forma online, com cotações e atendimento realizados pela internet. Isso reduz custos fixos e amplia a flexibilidade de rotina do franqueado.
O leque de segmentos também é amplo. Uma agência de viagens pode comercializar passagens aéreas, viárias ou marítimas, reservas de hotel, passeios turísticos e aluguel de veículos, além de se especializar em nichos como turismo cultural, rural, religioso, de aventura, de negócios, intercâmbios, terceira idade ou ecoturismo, o que amplia o público-alvo e as possibilidades de faturamento.
Quais serviços uma agência de turismo oferece?

Passagens aéreas nacionais e internacionais estão entre os produtos mais procurados, com cotações em diferentes companhias para encontrar o melhor preço ao cliente. Reservas de hotelaria nacional e internacional também fazem parte do catálogo básico, geralmente por meio de uma rede ampla de parceiros da franquia.
Pacotes de viagem completos, reunindo passagem, hospedagem, ingressos para passeios e acompanhamento de guias turísticos, costumam gerar o maior ticket médio por venda. A locação de carros no destino e o seguro viagem, com cobertura de saúde e bagagem, complementam a oferta e ajudam a fidelizar quem já comprou o pacote principal.
Cruzeiros nacionais e internacionais, com durações variadas, e intercâmbios voltados a estudo de idioma ou capacitação profissional no exterior também entram no portfólio de muitas redes. Esses são os serviços mais comuns oferecidos por uma agência de turismo, mas a lista completa de atendimentos varia conforme a franqueadora escolhida, o que reforça a importância de conversar diretamente com a marca antes de decidir.
Como funciona uma franquia de agência de turismo?
Uma franquia de turismo opera a partir de um modelo de negócio já estabelecido pela franqueadora. O franqueado adquire o direito de uso da marca e do sistema de operação, recebe treinamento e passa a administrar a unidade seguindo os padrões definidos pela rede.
Na prática, a franqueadora costuma oferecer assistência na escolha do local de atuação, quando o modelo é de loja física, e apoio na divulgação do negócio, incluindo materiais de marketing prontos para redes sociais e para impressão. Esse acompanhamento funciona como uma parceria, em que o franqueado aproveita a experiência e a estrutura já validadas da marca para operar com mais segurança.
Como uma agência de turismo gera receita?
O modelo de negócio de uma agência de turismo se apoia principalmente em comissões sobre pacotes, passagens e hospedagens vendidas, além da consultoria paga para organizar roteiros personalizados. Quanto mais o consumidor busca apoio profissional para planejar a viagem, maior o espaço para esse tipo de serviço.
Um exemplo de como esse modelo funciona na prática é a Encontre Sua Viagem, franquia que existe desde 2011, fundada em Belo Horizonte, e que acumula mais de dez anos de mercado e centenas de franqueados. A rede faz parte da Encontre Sua Franquia, um dos maiores grupos de franquia do país, que reúne em seu catálogo outras marcas de destaque, como a maior rede de limpeza ecológica do mundo.
A proposta da Encontre Sua Viagem não se limita à venda de pacotes: o modelo forma consultores de viagem capazes de interpretar o perfil do cliente, suas expectativas e seus limites financeiros antes de fechar um roteiro, o que tende a aumentar a fidelização e a recorrência de compra.
Quanto mais fiel o cliente, maior a chance de vendas repetidas ao longo do ano, seja em viagens de lazer, seja em deslocamentos a trabalho. Esse ciclo de recorrência é um dos fatores que sustentam o potencial de ganho de um negócio de turismo bem administrado, já que reduz o custo de conquistar cliente novo a cada venda.
Além das comissões tradicionais, o atendimento consultivo abre espaço para cobrar por serviços de planejamento, como roteiros sob medida, organização de documentação de viagem e acompanhamento durante a viagem, itens que o consumidor mais exigente tem se mostrado disposto a pagar à parte.
Perfil ideal para empreender com uma agência de turismo
Antes de decidir onde investir, vale avaliar o próprio perfil como futuro franqueado. Gostar do setor de viagens é o primeiro ponto, já que o entusiasmo pela atividade ajuda a manter a dedicação necessária mesmo nos períodos mais difíceis do negócio.
Ter capital disponível também é essencial, considerando taxa de franquia, capital de giro e demais custos detalhados na Circular de Oferta de Franquia. Bom relacionamento interpessoal pesa tanto para gerenciar equipe quanto para fidelizar clientes, já que boa parte da indicação nesse mercado ainda acontece de forma direta, entre conhecidos.
Ter um círculo amplo de contatos também ajuda nas primeiras vendas, comuns entre amigos, colegas de trabalho e conhecidos que já pretendem viajar. Por fim, organização é decisiva, principalmente para quem opta pelo modelo home office, já que a rotina sem ponto comercial exige disciplina para não misturar tarefas pessoais com o trabalho.
Paixão por viagens e alguma vivência no setor também pesam na hora de atender bem o cliente, assim como habilidades de comunicação para construir relacionamentos duradouros. Proatividade e capacidade de resolver problemas rapidamente fazem diferença no dia a dia, já que imprevistos de roteiro são comuns. Flexibilidade e adaptabilidade completam o perfil de quem pretende lidar bem com demandas variadas de clientes diferentes.
Franquias crescem no primeiro trimestre de 2026

Vale registrar, de forma breve, o panorama mais amplo do setor de franquias no Brasil, que também vive momento positivo. O faturamento do primeiro trimestre de 2026 somou R$ 72,7 bilhões, alta de 10,1% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Pesquisa de Desempenho do Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF). O número de operações ativas chegou a 204.908 unidades, e o setor já emprega 1,788 milhão de pessoas diretamente.
A pesquisa da ABF não detalha separadamente o desempenho do segmento de turismo e hotelaria nesse recorte trimestral, o que reforça a importância de buscar dados específicos direto com cada franqueadora antes de decidir onde investir.
Passo a passo para escolher a franquia certa

O primeiro passo é pesquisar amplamente as marcas disponíveis no mercado, comparando custo de investimento, faturamento estimado e modelo de negócio de cada uma. Avaliar a reputação da franqueadora também é fundamental, o que pode ser feito checando comentários em redes sociais, reclamações recorrentes e matérias publicadas sobre a marca.
O passo seguinte é ler com atenção a Circular de Oferta de Franquia, documento que detalha o modo de atuação da rede, os suportes oferecidos, as taxas associadas e as regras da parceria entre franqueadora e franqueado. A legislação exige que a COF seja entregue com pelo menos dez dias de antecedência da assinatura do contrato, tempo que deve ser usado para tirar todas as dúvidas.
Conversar diretamente com franqueados já em operação também ajuda a entender vantagens e dificuldades do dia a dia, muitas vezes não detalhadas nos materiais oficiais da franqueadora. Vale perguntar diretamente se tiveram o retorno esperado e se contam com o suporte prometido, além de pesquisar a opinião de consumidores sobre a marca, já que a satisfação de quem já comprou influencia diretamente a confiança de novos clientes na unidade.
Por fim, para quem optar pelo modelo de loja física, a escolha do ponto comercial costuma contar com apoio de estudos de geomarketing oferecidos pela própria rede, que avaliam acesso ao local e presença do público-alvo na região.
Dados importantes ao pensar em investir em uma agência de turismo

Antes de assinar qualquer contrato, quem pretende empreender deve avaliar a circular de oferta de franquia, documento obrigatório pela legislação brasileira, que detalha valores de investimento inicial, taxas de franquia, royalties e histórico da rede. Essa etapa de análise reduz o risco de decisões tomadas apenas pelo entusiasmo com o setor de viagens.
Vale também observar o suporte oferecido pela franqueadora em áreas como marketing, tecnologia e relacionamento com fornecedores, já que esses fatores costumam pesar mais no resultado financeiro do que a média de crescimento divulgada para o setor como um todo.
Os números de 2026 mostram um cenário favorável: turismo internacional batendo recordes de visitantes e gastos, turismo doméstico em expansão por causa do câmbio, e a perspectiva de um campeonato de futebol feminino distribuído por oito cidades brasileiras em 2027, estimulando ainda mais o desejo de viajar dentro do país. Para quem avalia essa oportunidade, essa combinação de fatores aponta para um momento de demanda aquecida, embora o resultado final continue dependendo da gestão de cada operação e da escolha de uma franqueadora com histórico consistente de suporte.
Vivah: franquia de hospedagem na natureza
Dentro do setor de turismo de experiência, a Vivah é um exemplo de franquia com modelo diferente do de uma agência de viagens tradicional. A rede nasceu em 2019 a partir da visão de Rayner Nascimento, que identificou o potencial da região da Serra do Cipó, em Minas Gerais, para unir natureza, arquitetura e investimento. O projeto começou próximo de um condomínio de chalés e evoluiu para o conceito de clube de chalés.
No modelo Vivah, o franqueado investe em uma unidade de chalé e passa a explorá-la com locação por temporada, sem necessidade de loja, escritório ou estrutura comercial. A operação de reservas pode ser feita à distância, com apoio da rede em gestão de reservas, limpeza, manutenção e atendimento ao hóspede.
O investimento inicial vai de R$ 100 mil a R$ 500 mil, com faturamento mensal médio entre R$ 5 mil e R$ 15 mil, rentabilidade de 1,6% a 3,2% sobre o faturamento e retorno estimado entre 24 e 36 meses. A rede não cobra taxa de franquia, royalties ou taxa de propaganda, e soma atualmente 100 unidades no país.






