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Sandaliaria transforma vendedoras em empresárias

fachada sandaliaria

Histórias de franqueadas da rede Sandaliaria, especializada em calçados e acessórios multimarcas, ilustram como estratégia, gestão e presença digital podem transformar paixão por moda em negócios rentáveis. Hoje, cerca de 80% das unidades da rede são comandadas por mulheres, que atuam diretamente na operação, gestão e crescimento das lojas.

O empreendedorismo feminino no Brasil vive um dos momentos mais expressivos de sua história. Segundo dados do Sebrae, o país já soma mais de 10,4 milhões de mulheres donas de negócios, um crescimento de cerca de 42% entre 2012 e 2024. O avanço ocorre mesmo em um ambiente que ainda impõe desafios estruturais, como acesso a crédito e dupla jornada, mas revela um movimento consistente de maior protagonismo feminino na economia brasileira.

Os setores de serviços (56,8%) e comércio (25,1%) concentram a maior parte dos negócios liderados por mulheres. Outro dado relevante revela a diversidade do empreendedorismo feminino brasileiro: 50,4% das empresárias são mulheres negras e 48,2% são mulheres brancas, mostrando como empreender se tornou uma ferramenta importante de mobilidade econômica e inclusão social no país.

Dentro desse cenário, o franchising tem se consolidado como uma porta de entrada estratégica para muitas mulheres que desejam empreender com mais segurança. O modelo oferece processos estruturados, treinamento e suporte contínuo, características que reduzem as incertezas comuns de quem começa um negócio do zero.

sults sistema operacional

A seguir, três histórias que mostram como o franchising tem impulsionado autonomia financeira e liderança feminina no varejo de moda brasileiro.

De funcionária a franqueada da Sandaliaria em Jacareí

franqueada da sandaliaria

Natural de João Pessoa (PB), Suame Medeiros passou mais de 15 anos trabalhando no varejo antes de dar o passo decisivo rumo ao empreendedorismo. Seu primeiro emprego foi como vendedora em uma loja da Chilli Beans, experiência que a colocou em contato com o sistema de franquias ainda no início da carreira.

“Durante muitos anos gerenciei lojas de outras pessoas, mas sempre tive o sonho de ter meu próprio negócio”, conta.

A oportunidade surgiu no final de 2024, quando inaugurou sua unidade da Sandaliaria em Jacareí (SP). Ao lado de uma sócia, enfrentou obstáculos até garantir o ponto comercial ideal. A cidade inicialmente estava bloqueada para outro franqueado, o que exigiu negociação e persistência até a confirmação da operação.

O investimento total foi de cerca de R$ 340 mil, viabilizado por meio de sociedade e empréstimo com garantia de imóvel. A expectativa de retorno, segundo ela, é de aproximadamente 12 meses. Para Suame, o diferencial do modelo multimarcas da Sandaliaria está na diversidade de produtos e marcas disponíveis.

“Não depender de uma única grife traz mais sustentabilidade ao negócio e permite decisões estratégicas mais rápidas, de acordo com o comportamento do consumidor da região”, explica.

Apesar da longa experiência no varejo, ela conta que enfrentou desafios durante a fase de implantação da loja. A negociação com fornecedores e o gerenciamento da obra revelaram situações em que sua autoridade como empresária foi questionada.

“Na fase de obra e negociação com fornecedores, percebi que em alguns momentos minha opinião era menos considerada por eu ser mulher e jovem. Superei isso com planejamento e posicionamento estratégico”, relata.

A estratégia principal de Suame para fidelizar clientes está centrada na experiência sensorial dentro da loja e no atendimento consultivo. O objetivo é criar relacionamento com as consumidoras e aumentar a recorrência de vendas ao longo do tempo. A Sandaliaria oferece suporte operacional que ajuda franqueadas como ela a estruturar processos de atendimento e gestão desde o início da operação.

Sua trajetória reflete um perfil comum entre franqueadas da rede: mulheres com experiência no varejo que encontram no franchising a estrutura necessária para dar o próximo passo em suas carreiras profissionais.

Sustentabilidade como estratégia de negócio na Sandaliaria de Florianópolis

franquia de moda 2026

Em Florianópolis (SC), a empresária Melissa Costa Coelho encontrou no franchising a oportunidade de empreender com menos risco e mais estrutura. Formada em Processamento de Dados, ela inaugurou sua primeira unidade da Sandaliaria em dezembro de 2023, no bairro de Jurerê Internacional. Dois anos depois, abriu a segunda loja no Continente Shopping, em São José (SC).

Além da rede de calçados e acessórios, Melissa também é franqueada de uma grande marca de óculos solares, o que diversifica sua atuação no varejo de moda e acessórios na região.

“O modelo oferece treinamento, negociação com fornecedores homologados e apoio na escolha do ponto comercial. Isso reduz muito a curva de aprendizado de quem está começando”, afirma.

Um dos diferenciais de sua operação foi apostar no primeiro Container Eco da rede Sandaliaria, uma estrutura feita com material 100% reciclado. O projeto retirou quase uma tonelada de resíduos do meio ambiente e acabou se tornando também uma estratégia de marketing orgânico para a loja.

“Muita gente entra na loja por curiosidade da estrutura. As pessoas tocam, tiram fotos e acabam conhecendo as marcas. A arquitetura virou porta de entrada para as vendas”, diz Melissa.

A decisão de investir em uma estrutura sustentável não foi apenas uma escolha estética. Para Melissa, a sustentabilidade representa um posicionamento estratégico que atrai consumidoras com perfil alinhado aos valores da marca. O Container Eco tornou a loja um ponto de referência visual no bairro de Jurerê Internacional, gerando espontaneamente tráfego de pessoas interessadas na proposta.

Com a abertura da segunda unidade no Continente Shopping, Melissa ampliou sua operação para um formato mais convencional de loja em shopping, o que lhe permitiu atingir um público diferente do bairro residencial e turístico onde instalou a primeira unidade. A diversificação de pontos comerciais com perfis distintos é uma das estratégias que a empresária adota para reduzir a dependência de um único tipo de cliente.

“Muitas mulheres precisam conciliar empresa, família e vida pessoal. O franchising ajuda porque oferece processos estruturados e suporte constante”, observa.

A experiência de Melissa na Sandaliaria ilustra como o modelo de franquia pode ser adaptado por franqueadas que desejam imprimir sua identidade ao negócio, mesmo dentro de uma estrutura padronizada. A inovação na arquitetura e o compromisso com a sustentabilidade são exemplos de como é possível diferenciar uma unidade franqueada sem abrir mão dos padrões e benefícios da rede.

Redes sociais como motor de vendas na unidade Sandaliaria de São José do Rio Preto

franquia sandaliaria

Em São José do Rio Preto (SP), a empresária Paula Flores encontrou nas redes sociais o principal diferencial competitivo de sua unidade franqueada. Após trabalhar por anos em outra franqueadora, ela decidiu investir em uma unidade da Sandaliaria ao lado do marido, apostando em um modelo de negócio que ela já conhecia bem.

Desde a abertura da loja, Paula passou a apostar fortemente na produção de conteúdo digital para atrair e engajar clientes. Seus vídeos nas redes sociais, muitas vezes com participação do filho, trazem humor e espontaneidade, estratégia que ajuda a criar conexão genuína com o público e a humanizar a marca localmente.

“O atendimento personalizado e a presença digital criam identificação com as clientes. Isso fortalece o relacionamento e impacta diretamente nas vendas”, explica.

A abordagem de Paula vai além de simplesmente divulgar produtos. O conteúdo que ela produz conta histórias, apresenta o dia a dia da loja e mostra o processo de escolha e curadoria das marcas disponíveis. Essa estratégia de marketing de conteúdo cria uma audiência fiel que acompanha as novidades da Sandaliaria e retorna à loja com frequência.

“A diversidade amplia o alcance da loja e fortalece o relacionamento com o público”, afirma.

Essa característica do modelo Sandaliaria, de oferecer um mix de marcas cuidadosamente selecionadas, é um dos pontos que Paula considera essencial para o sucesso da operação. Diferentemente de uma loja monomarca, a unidade multimarcas consegue atender consumidoras em diferentes momentos de compra e com diferentes orçamentos, o que amplia o ticket médio e reduz a sazonalidade das vendas.

“Busquei capacitação e fortaleci minha confiança. Hoje entendo que essa postura também inspira outras mulheres”, afirma.

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A trajetória de Paula na rede Sandaliaria mostra que o sucesso no franchising depende não apenas do modelo de negócio, mas da capacidade do franqueado de adaptar as ferramentas disponíveis ao contexto local. A produção de conteúdo digital, por exemplo, é uma iniciativa individual que potencializa os esforços de marketing da franqueadora e aumenta a visibilidade da unidade dentro do próprio mercado regional.

A Sandaliaria e o crescimento das mulheres no franchising

franquia de chinelo

O crescimento de histórias como as de Suame, Melissa e Paula acompanha a expansão do próprio setor de franquias no Brasil. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o segmento faturou mais de R$ 300 bilhões em 2025, consolidando-se como um dos principais motores do empreendedorismo no país.

Dentro desse universo, a presença feminina é cada vez maior. Levantamentos do setor indicam que as mulheres já representam cerca de metade dos franqueados no Brasil, com participação crescente em áreas como moda, beleza, alimentação e serviços. A Sandaliaria reflete essa tendência ao ter aproximadamente 80% de suas unidades gerenciadas por mulheres.

Para especialistas em empreendedorismo, o franchising oferece vantagens importantes para mulheres que desejam abrir um negócio. O modelo de negócio testado e validado pelo mercado reduz o risco associado ao início de uma operação comercial. O suporte da franqueadora, que inclui treinamento, capacitação e acesso a fornecedores homologados, diminui a curva de aprendizado e permite que a franqueada foque na gestão e no relacionamento com clientes desde o primeiro dia.

A rede Sandaliaria, ao concentrar sua atuação no segmento de calçados e acessórios multimarcas, ocupa um nicho específico do varejo de moda com demanda consistente e ticket médio acessível. O modelo permite que franqueadas montem um mix de produtos adaptado ao perfil do consumidor local, o que é um diferencial importante em relação a redes monomarcas.

O setor de moda e calçados no Brasil movimenta bilhões de reais por ano e tem no varejo físico um canal ainda fundamental, especialmente para produtos que os consumidores preferem experimentar antes de comprar. As lojas da Sandaliaria se posicionam exatamente nesse ponto, oferecendo uma experiência de compra presencial com variedade de marcas em um único espaço.

Por que o franchising atrai mulheres empreendedoras?

jovem franqueada

O franchising se tornou uma porta de entrada relevante para o empreendedorismo feminino no Brasil por reunir características que atendem às necessidades específicas de quem está começando no mundo dos negócios. Entre os fatores que tornam o modelo atraente para mulheres estão o suporte estruturado da franqueadora, o treinamento antes e durante a operação, a possibilidade de contar com processos já testados e validados pelo mercado e o acesso a uma rede de outros franqueados com quem compartilhar experiências.

Para mulheres que vêm do mercado de trabalho como funcionárias, como é o caso de Suame e Paula, a transição para o empreendedorismo por meio de uma franquia representa uma forma de aproveitar a experiência acumulada sem precisar reinventar do zero todos os processos de gestão.

Já para mulheres com perfil mais técnico, como Melissa, o franchising oferece a possibilidade de empreender em um setor diferente da formação original, contando com o conhecimento da franqueadora para suprir as lacunas de experiência no varejo de moda.

O fato de a Sandaliaria ter uma presença significativa de mulheres tanto entre suas franqueadas quanto entre suas consumidoras cria um ambiente propício para que as franqueadas construam relações comerciais baseadas em identificação e confiança. A empatia que uma empresária tem com o perfil de cliente que frequenta sua loja é um ativo intangível que pode se traduzir em atendimento mais qualificado e maior fidelização.

Franquia como caminho para a autonomia financeira feminina

microfranquia home office mulher sorrindo
microfranquia home office mulher sorrindo

Para as três empresárias entrevistadas, o franchising foi decisivo para transformar o desejo de empreender em realidade concreta. Cada uma encontrou na rede Sandaliaria não apenas um modelo de negócio, mas uma estrutura que permitiu desenvolver suas próprias habilidades e estratégias dentro de um sistema já estabelecido.

“O medo sempre existe, mas não pode ser maior que o propósito”, resume Suame Medeiros, ao refletir sobre a decisão de investir em sua franquia da Sandaliaria depois de mais de uma década como funcionária no varejo.

“Coloque sua ideia no papel, busque conhecimento e construa uma rede de apoio”, aconselha Melissa Costa Coelho, a partir de sua experiência com duas unidades em operação e um projeto sustentável reconhecido dentro da própria rede.

“Não espere o momento perfeito. Comece”, diz Paula Flores, cuja trajetória de construção de audiência digital mostra que o franchising abre espaço para iniciativas individuais que amplificam os resultados do negócio.

Em um cenário em que milhões de brasileiras já comandam seus próprios negócios, histórias como essas mostram que o empreendedorismo feminino segue avançando e ganhando espaço em setores cada vez mais competitivos. Ao transformar paixão por moda em gestão estratégica, essas franqueadas da Sandaliaria não apenas constroem suas próprias trajetórias, mas também movimentam a economia local, geram empregos e inspiram novas lideranças femininas no varejo brasileiro.

O crescimento da rede e a consolidação do franchising como modelo de negócio demonstram que há espaço para que mais mulheres encontrem no empreendedorismo estruturado um caminho viável para a independência financeira e o protagonismo profissional.

O varejo de moda e o perfil das consumidoras brasileiras

O que é franquia

Entender o perfil das consumidoras é um dos pilares do sucesso das franqueadas da Sandaliaria. O varejo de moda no Brasil passou por transformações significativas nos últimos anos, especialmente com a digitalização do consumo e a mudança de hábitos provocada pelo comércio eletrônico. Mesmo assim, o varejo físico de calçados e acessórios mantém sua relevância, porque a experiência de experimentar o produto continua sendo um fator decisivo na decisão de compra.

As consumidoras brasileiras são plurais em termos de renda, estilo e preferência. Uma loja multimarcas como a Sandaliaria consegue atender esse espectro amplo ao oferecer marcas posicionadas em diferentes faixas de preço e com diferentes propostas estéticas. Essa versatilidade da Sandaliaria é uma vantagem competitiva clara em relação a lojas que trabalham com uma única marca.

As franqueadas que entendem essa dinâmica e constroem sua curadoria de produtos de forma estratégica, levando em conta as especificidades do consumidor de cada cidade ou bairro, têm mais condições de construir uma operação sólida e rentável. Suame, em Jacareí, Melissa, em Florianópolis, e Paula, em São José do Rio Preto, são exemplos de como esse ajuste fino entre o mix da rede e o perfil local do consumidor pode ser feito de forma eficaz.

Empreendedorismo feminino e o impacto social no varejo

franquia de loja de roupa

O crescimento do empreendedorismo feminino no Brasil vai além dos números de negócios abertos ou do faturamento gerado. Mulheres que se tornam empresárias criam empregos, fortalecem economias locais e servem de referência para outras mulheres que desejam seguir o mesmo caminho.

No caso das franqueadas da Sandaliaria, o impacto local é visível. Cada unidade aberta em uma cidade gera postos de trabalho diretos no varejo, movimenta fornecedores e contribui para o desenvolvimento econômico do município. As três franqueadas mencionadas nesta reportagem atuam em cidades com perfis distintos, o que demonstra a capacidade do modelo de se adaptar a diferentes realidades regionais.

O empreendedorismo feminino também tem um componente de transformação cultural. Quando uma mulher assume a posição de proprietária e gestora de um negócio, ela ocupa um espaço que historicamente foi dominado por homens no varejo e no franchising. Esse posicionamento contribui para mudar percepções culturais sobre os papéis de gênero na economia e inspira outras mulheres a acreditar que o empreendedorismo é um caminho acessível e viável.

A Sandaliaria, ao ter a maioria de suas unidades gerenciadas por mulheres, se torna um ambiente que naturalmente fomenta essa cultura de liderança feminina. O exemplo das franqueadas mais experientes serve de inspiração e referência prática para quem está considerando investir em uma unidade da rede.

Para o setor de franchising como um todo, o crescimento da participação feminina representa uma evolução importante. Redes que constroem um ecossistema inclusivo e diverso tendem a ser mais resilientes, porque se beneficiam de diferentes perspectivas na gestão e no relacionamento com clientes.

A rede Sandaliaria segue em expansão pelo Brasil, e a liderança feminina em sua base de franqueadas indica que o modelo ressoa especialmente com empreendedoras que buscam aliar paixão por moda a um negócio estruturado e rentável. As histórias de Suame, Melissa e Paula são exemplos concretos de que é possível construir uma trajetória empresarial sólida dentro do franchising, com dedicação, planejamento e disposição para aprender continuamente com a operação.

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